Seja voluntário e leve alegria a pacientes em hospitais

Se você sempre teve vontade de ser voluntário em algum hospital, levando alegria e um pouco mais de conforto para pessoas que estão internadas, muitas vezes passando por uma fase difícil da vida, fique de olho nessa dica!

O grupo Doadores D’Alegria visita hospitais. As visitas ocorrem normalmente aos sábados, entre 11h e 13h, é uma parceria entre os Hospitais VITA, Doadores D’Alegria e Grupo Psicosaúde. O objetivo principal é estabelecer ações humanizadas, por meio de atividades que valorizem as emoções, crenças e a singularidade dos indivíduos. A ideia é oferecer a quem está hospitalizado um cuidado além da doença, agregando qualidade na atenção a pacientes e familiares também faz parte da ação.

As atividades são desenvolvidas nas alas de internação e UTIs a partir da interação com os “clows”, uma espécie de palhaço. O trabalho estrutura-se respeitando a decisão do paciente em participar ou não da interação com os voluntários, que exploram novas formas de comunicação com brincadeiras, histórias, músicas, bexigas e várias outras atividades – sempre trabalhando com técnicas e métodos de improviso, trazendo o riso e a alegria ao ambiente.

Como fazer parte dos Doadores D’Alegria

Primeiramente, o trabalho visa uma rotatividade de responsabilidades e mentoria para que assim todo novo membro seja cuidado por alguém mais experiente e cuide dos próximos, ou seja, ao passo que um curso é ministrado, membros formados do curso anterior cuidarão dos estudantes atuais e assim seguindo, quando esses se formarem trabalharão e cuidarão dos novos alunos.

Como a arte do clown exige uma formação base para se apresentar, caso o novo participante não tenha essa formação parte-se do curso interno com duração de 18 semanas.

A partir desta formação completa inicia-se a visitação regular em hospitais, fazendo visitação em quartos e trabalhando também com a equipe de saúde.

Para mais informações, acesse:

www.pibcuritiba.org.br/clowns

De cachorro pra cachorro – Doação de sangue

Muita gente ainda não sabe, mas é possível realizar transfusões de sangue entre cães. É um recurso importante e que pode fazer toda a diferença no tratamento de emergências e aumentar muito as chances de sobrevivência.

Assim como os humanos, cães e gatos também podem precisar de transfusões de sangue, por causa de doenças ou situações de emergência. Mas para que um animal necessitado seja salvo, é preciso que os donos sejam solidários e submetam seus mascotes à nobre tarefa de doar sangue.

O sangue retirado não faz falta ao animal e é reposto pelo organismo em poucos dias. Em média, os cães podem doar entre 450 mililitros a meio litro de sangue a cada doação e armazenado em bolsas com material anticoagulante em câmera frigorifica por até 3 semanas. Antes de ser usado o sangue é aquecido em banho maria até a temperatura do animal. As doações devem ser feitas com um intervalo mínimo de 30 dias. A retirada do sangue é feita com o animal levemente sedado, e leva em média 10 minutos.

O processo é indolor e a quantidade de sangue retirada não prejudica o animal. Antes da transfusão o animal passa por uma minuciosa avaliação. Uma ótima oportunidade de ganhar o famoso “check up”, às vezes negligenciado pelos donos por falta de recursos ou tempo. Tomando certos cuidados, como a escolha de uma clínica séria e com profissionais competentes, a doação de sangue é um enorme ato de amor.

Pré-requisitos para que seu cãozinho possa doar sangue:
• Peso mínimo: 27 kg
• Idade: 1 a 8 anos
• Vacinação e vermifugação em dia
• Não pode ser portador de doenças crônicas
• Estar clinicamente saudável
• Temperamento dócil

Nos cães, existem cerca de 7 tipos sanguíneos, classificados como DEA (sigla em inglês para Dog Eritrocyte Antigen, ou “Antígeno Eritrocitário Canino”) São eles: DEA 1, dividido nos subtipos DEA 1.1, 1.2 e 1.3, DEA 3, DEA 4, DEA 5 e DEA 7.

O sistema DEA foi catalogado apenas nos anos 70, mas os primeiros estudos sobre tipagem sanguínea tiveram início em 1910 e se intensificaram na segunda metade do século passado.Esses são os tipos mais comuns, mas novos continuam sendo descobertos, como um chamado DAL, encontrado em dálmatas. Cães de uma mesma raça podem ter tipos sanguíneos diferentes, assim como cães de raças diferentes podem ter o mesmo tipo. A frequência dos tipos varia conforme a população e a região geográfica em que vivem os bichos. O sangue dos totós é tão complexo que, ao contrário de nós, humanos, um só cão pode apresentar mais de um tipo, ou seja, uma combinação deles. Mas os veterinários ainda não descobriram um tipo sanguíneo receptor universal, compatível com qualquer outro sangue existente. “Já os cães com sangue do tipo exclusivamente DEA 4 são doadores universais. ( fonte : http://mundoestranho.abril.com.br ).

Caso tenha um cão acima dos 25kg, e queira ser voluntário, converse com seu veterinário, com certeza ele ficará muito feliz em saber que seu cão é doador.

Infelizmente Curitiba ainda não dispõe de um banco de sangue propriamente dito, e os hospitais e clínicas precisam ter animais doadores disponíveis.

Todos os cãezinhos de Curitiba contam com a ajuda de vários amigos que disponibilizam seus próprios animais como doadores para ajudar nesses casos. Esses animais são cadastrados e passam por exames regulares.